Category Home sweet home

Adotamos gatinhos! E agora?

Em algumas saídas de metrôs no Rio de Janeiro está se tornando comum ter feira de adoção de animais nos finais de semana. Lógico que eu sempre passo por elas babando e querendo levar todos pra casa, mas adoção é coisa séria, então a gente passava, olhava, achava lindo mas sempre voltava pra casa e seguíamos nossas vidas. Mas era inegável que cada vez que íamos ficávamos mais apaixonados.
Logo das primeiras vezes que passamos, o Bruno adorou uma gatinha tricolor de 4 meses. Ela foi a única que ficou aceitando cheia de dengo os carinhos e isso chamou a atenção dele. Eu achei fofa também, mas tinha ficado brincando mais com uma outra.
Na semana seguinte falei com o Bruno que se ela tivesse lá ainda, que poderíamos pegar já que ele tinha gostado tanto, mas ele não queria. Dizia que tinha alergia, que o apto era pequeno pra ter gato, e todas essas enrolações. O que mais nos preocupava era a alergia, então fomos os dois pra fazer o teste. Eu não tenho a nada. Ele tem a tudo, menos gato! Ufa!
Alguns finais de semana passaram e a gente estava sempre indo só pra ficar olhando. Até que 1 mês depois, a gatinha que o Bruno tinha gostado ainda estava lá. Ela e o irmão tinham perdido a mãe (que morreu envenenada) e desde que tinham sido resgatados eles viviam em uma gaiolinha na casa de uma cuidadora temporária.
Decidimos depois de muita conversa que iríamos enfim adotá-los! Pensei que já levaríamos eles pra casa assim que decidíssemos, mas não é tão simples assim. Continue reading